O fim do Power BI Premium: entenda como a sua empresa deve prosseguir
A Microsoft descontinuou o Power BI Premium. Entenda o que muda no licenciamento, quais são as opções para sua empresa e como reduzir custos na transição.
ROQT | Data & AI

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A Microsoft descontinuou as licenças P-SKU do Power BI Premium e não há renovação nos moldes atuais.
Quem opera nesse modelo precisa migrar para o Microsoft Fabric até o fim do contrato vigente ou adotar uma alternativa de licenciamento que reduza o custo por usuário, como o modelo Embedded.
Para o gestor que aprova o orçamento de dados, a mudança tem um impacto direto, visto que o contrato atual tem data de validade e, quando vencer, o modelo de capacidade do Power BI Premium deixa de existir como produto independente.
A decisão sobre o que fazer precisa acontecer antes dessa data, porque migração planejada e migração sob pressão de prazo produzem resultados muito diferentes em custo e em governança.
Power BI Premium era o modelo de licenciamento da Microsoft que oferecia capacidade dedicada de processamento para relatórios e painéis, sem exigir licença individual por usuário. A Microsoft encerrou a venda dessas licenças e direciona todos os clientes para o Microsoft Fabric ou para o modelo Embedded.
O que a Microsoft anunciou sobre o Power BI Premium?
A Microsoft encerrou a comercialização das licenças P-SKU do Power BI Premium por capacidade, ou seja, novos clientes não podem mais adquirir o produto, e clientes existentes seguem o cronograma de encerramento conforme o tipo de contrato.
Na prática, a Microsoft integrou o Power BI ao Microsoft Fabric, sua plataforma unificada de dados. O Power BI deixa de ser um produto autônomo e passa a funcionar como uma camada dentro do Fabric, ao lado de engenharia de dados, ciência de dados e inteligência artificial.
A capacidade que antes era exclusiva dos relatórios agora é compartilhada entre todas essas cargas de trabalho.
Para quem usava o Premium apenas para distribuir relatórios e painéis, isso significa passar a contratar uma plataforma inteira para continuar fazendo o que já fazia antes.
E a pergunta que precisa ser respondida é se a empresa realmente precisa de tudo o que o Fabric oferece ou se existe um caminho mais enxuto.
Por que a Microsoft descontinuou o Power BI Premium?
Porque a estratégia da Microsoft é consolidar todo o ecossistema de dados em uma única plataforma. O Fabric unifica o que antes vivia espalhado em serviços separados do Azure, cada um com contrato e gestão próprios.
Do ponto de vista da Microsoft, faz sentido vender uma plataforma completa em vez de manter produtos isolados competindo entre si, mas do ponto de vista do cliente, a conta muda.
Empresas que usavam o Premium exclusivamente para relatórios agora precisam avaliar se o Fabric entrega valor proporcional ao que custa, ou se estão pagando por capacidades de engenharia e ciência de dados que não vão usar.
Quais são as opções para quem usa Power BI Premium hoje?
Existem dois caminhos principais: migrar para o Microsoft Fabric ou adotar o modelo Power BI Embedded.
A escolha depende do perfil de uso e do orçamento da empresa.
O primeiro caminho é o Fabric:
Ele faz sentido quando a empresa já precisa de engenharia de dados, ciência de dados e análise avançada no mesmo ambiente.
A migração técnica dos workspaces existentes é relativamente simples e a Microsoft disponibiliza ferramentas automatizadas para isso.
O ponto de atenção é a gestão da capacidade: no Fabric, relatórios dividem processamento com outras cargas de trabalho, e sem dimensionamento correto, o painel fica lento justamente quando a diretoria mais precisa consultar.
O segundo caminho é o Embedded:
Nesse modelo, a empresa mantém o Power BI como motor de relatórios, com cobrança por capacidade de processamento em vez de licença por usuário.
Os relatórios continuam funcionando como antes, com controle de acesso, governança e a possibilidade de personalizar o ambiente com a identidade visual da empresa.
Para operações que precisam de Data Analytics confiável sem a complexidade de uma plataforma de dados completa, o Embedded é o caminho que resolve o problema imediato sem gerar um projeto de migração de meses.

Qual a diferença entre migrar para Fabric e adotar Embedded?
Migrar para Fabric significa mudar de plataforma, enquanto adotar Embedded significa mudar de modelo de licenciamento. O esforço, o custo e o risco são diferentes.
No Fabric, a empresa ganha acesso a engenharia de dados, ciência de dados, data warehouse e análise, tudo no mesmo ambiente, e isso exige planejamento de arquitetura, revisão de governança e um período de adaptação da equipe. O investimento se justifica quando a empresa precisa dessas capacidades e vai usá-las.
No Embedded, a empresa mantém os relatórios que já tem, com o mesmo motor do Power BI, e troca o modelo de cobrança, e em vez de licença individual por usuário, a cobrança é por capacidade de processamento. Para empresas com muitos usuários consumindo relatórios, a economia no licenciamento é significativa, e o projeto de migração é menor porque o ambiente de relatórios não muda de plataforma.
A pergunta que define a escolha é: a empresa precisa de uma plataforma de dados completa ou precisa continuar distribuindo relatórios confiáveis para a operação com custo controlado?
Como garantir que a transição não comprometa a operação?
Planejando antes do vencimento do contrato.
A Microsoft oferece um período de carência com capacidade gratuita para facilitar a transição, mas esse prazo é curto, e empresas que deixam a migração para o último mês perdem margem de manobra para ajustar governança e performance.
O caminho seguro começa por entender o perfil de uso atual, ou seja, quantos usuários consomem relatórios, qual é o volume de processamento, quais relatórios são críticos e quais são consultados raramente.
Essa leitura define o dimensionamento correto da capacidade no modelo seguinte, seja Fabric ou Embedded, e evita o erro mais comum que é contratar capacidade pelo que o vendedor sugeriu em vez do que a operação consome.
Como o Portal ROQT resolve essa transição?
O Portal ROQT opera sobre a tecnologia Power BI Embedded e resolve o cenário mais comum dessa migração, empresas que precisam continuar distribuindo relatórios com governança e custo previsível, sem embarcar em um projeto de plataforma de dados completa.
O Portal entrega o que a operação precisa no dia seguinte ao fim do Premium:
Modelo de capacidade em vez de licença por usuário: A empresa deixa de pagar licença individual para cada pessoa que acessa um relatório e passa a operar com capacidade de processamento, o que reduz o custo de licenciamento de forma expressiva em operações com muitos usuários.
Governança de acesso centralizada: O portal controla quem acessa cada relatório e cada página dentro do relatório, com múltiplos níveis de administração. A gestão de permissões fica em um lugar só.
Identidade visual própria: Cores, logo, tipografia e favicon da empresa. Os relatórios são consumidos em um ambiente com a marca do cliente, não com a marca da Microsoft.
Módulo de analytics sobre o uso dos relatórios: A gestão enxerga quais relatórios são consultados, quais estão parados e quais usuários estão inativos. Essa visibilidade permite cortar capacidade ociosa e dimensionar o investimento pelo uso real.
Login com credenciais Microsoft (SSO): Os usuários entram com a conta que já possuem, sem fricção e sem cadastro adicional.
Para empresas que operam com Power BI Premium hoje e precisam de um caminho de transição que não aumente o custo nem a complexidade da operação, o Portal ROQT é a alternativa prática.
A ROQT, como Microsoft AI Cloud Partner com mais de 350 empresas atendidas, conduz a transição do Premium para o Embedded com o ambiente configurado e operando em dias.
Solicite uma demonstração do Portal ROQT e entenda como a transição pode funcionar na sua operação antes do vencimento do contrato atual.


